9 de novembro – Hong Kong: Éprise des fleurs

Ciel vu depuis le avion - Photo Patrick Loisel

Ciel vu depuis le avion – Photo Patrick Loisel

 

 

 

 

 

 

 

ÉPRISE DES FLEURS

9 de novembro de 2013 às 05:52

À nouveau dans les nuages, les vols se succèdent après les formalités des douanes,
Les longs couloirs, l’architecture contemporaine exubérante de l’aéroport et au milieu de la course aux  correspondances, l’expérience apaisante de la délicatesse.
La délicatesse s’exprime par un discret sourire, un bonjour glissé en français,
Une sollicitude omniprésente.
Les gestes sont légers, précis, les regards droits, l’accueil est à la fois subtil et réconfortant.
Hong Kong est lové entre la montagne et la mer. Nous y retournerons calmement après notre séjour au Vietnam. La ville entraperçue nous volons vers Singapour, vers de vieux temples et un jardin suspendu, avant de découvrir la mer de Chine.
Tout en nous exprime que nous venons de loin,notre maladresse nous rend vulnérable et
Nous rapproche des habitants.
MengHao Jan (689-740)  était, comme moi, profondément épris des fleurs:

« Épris des fleurs, tu refuses de servir le souverain.
Haute montagne comment t’apercevoir,
Je m’incline devant ton parfum léger »[1]

[1]  Ibidem 1,

 

Ciel vu depuis le avion - Photo Parick Loisel

Ciel vu depuis le avion – Photo Parick Loisel

 

 

 

 

 

 

 

ME INCLINO DIANTE DE SEU LEVE PERFUME

9 de novembro de 2013 às 05:52
 

De volta as nuvens, o voo continua, após as formalidades na fronteira,
A caminhada pelos  corredores cumpridos em meio a arquitetura contemporânea
Do aeroporto e a tensão para não perder as conexões. Em minha peregrinação fiz
A experiência  da delicadeza. Uma delicadeza que se expressou por um sorriso discreto,
Um bom dia em francês,  uma cautela sempre presente.
Gestos leves, precisos, olhares diretos, o acolho é sutil e aconchegante.
Hong Kong é cercado por mar e montanhas. Voltaremos calmamente para esta cidade após nossa viagem ao Vietnã. Hoje nos dirigimos a Singapura, templos antigos e jardins suspensos, antes de adentrar no mar da China.
Tudo em nós expressa que viemos de longe, desajeitados e vulneráveis, nos aproximamos
Dos habitantes.
Meng Hao Jan (689-740) descreveu  assim esta delicadeza:

«Tocado pelas flores, você se nega a obedecer ao Rei,
Alta montanha, como ver-te,
Me inclino diante de teu leve perfume»[1]
 

[1]  Ibidem 1

 

 

Hong Kong

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